segunda-feira, 11 de agosto de 2025

69 - SILÊNCIO, MEU EU MEU SER

 

 

Silêncio, meu eu, meu ser,

Nas entranhas da quietude, encontro meu abrigo.

Um refúgio de paz, um oásis de introspecção,

Onde posso me reconectar e me ouvir consigo.

 

No silêncio, mergulho nas profundezas do ser,

Descubro as vozes subtis que ecoam em mim.

Desfaço os ruídos do mundo exterior,

Para encontrar a verdade que está além do fim.

 

É no silêncio que me encontro com minha essência,

Nas camadas mais profundas do meu ser.

Sem palavras, sem distrações, apenas o eco,

Do meu eu mais puro, do meu eu a florescer.

 

Nas asas do silêncio, viajo além do tempo,

Desvendo mistérios e segredos guardados.

Encontro respostas nas entrelinhas do vazio,

E sinto a paz que só o silêncio tem abraçado.

 

É no silêncio que as emoções se revelam,

As lágrimas caem sem fazer barulho.

Os sorrisos ganham espaço e se expandem,

No eco suave de cada suspiro orgulho.

 

No silêncio, encontro a voz do meu coração,

Os sussurros da minha alma me guiam pelo caminho.

Descubro verdades que palavras não podem expressar,

E abraço a serenidade em um doce e terno carinho.

 

Silêncio, meu eu, meu ser,

 Tu és a chave para a paz e a sabedoria.

No vazio encontro plenitude e serenidade,

E descubro a verdadeira essência da minha vida.

 

Que o silêncio seja minha fonte de inspiração,

O bálsamo que acalma minha mente inquieta.

No abraço do silêncio, eu me encontro,

E me entrego à beleza da minha jornada completa.

 

Sofrido das Chagas

 

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