Será que te amo, pergunto-me em silêncio,
Enquanto meu coração dança em descompasso,
As palavras fogem, perdidas no vazio imenso,
E eu me perco nesse emaranhado de abraço.
Será que te amo, pergunto-me com receio,
Enquanto minhas mãos buscam as tuas,
A dúvida permeia, é um tormento que veio,
E eu me pergunto se meu amor é apenas ilusão crua.
Será que te amo, pergunto-me em segredo,
Enquanto teus olhos encontram os meus,
A incerteza me consome, é um fardo que carrego,
E eu me questiono se o que sinto é verdadeiro ou breus.
Será que te amo, pergunto-me sem resposta,
Enquanto meus pensamentos vagam em turbilhão,
A angústia me abraça, é uma busca exausta, E
eu me debato na encruzilhada do coração.
Será que te amo, pergunto-me sem certeza,
Enquanto minhas emoções se misturam em caos,
A insegurança me envolve, é uma profunda tristeza,
E eu me pergunto se o amor que sinto é só mais um estorvo.
Mas então, percebo que não há uma resposta pronta,
O amor é um sentimento complexo e imprevisível,
Ele se revela em cada olhar, em cada ponta,
E não precisa de razão ou explicação legível.
Então, talvez seja melhor não me questionar, Deixar que o amor flua e se manifeste livremente, Pois ele não se define em perguntas a suplicar, Mas sim em gestos, em momentos que são eternamente.
Será que te amo? Não importa a resposta,
Pois o amor transcende qualquer indagação,
Ele é um sentimento que vive em cada aposta,
E se revela na entrega e na conexão.
Portanto, deixe-me amar-te sem hesitação,
Sem buscar respostas em questionamentos vãos,
Pois é no amor genuíno que encontramos a redenção,
E descobrimos que amar não se traduz em meros planos.
Então, sim, eu te amo, sem medo ou vacilação,
E deixarei que esse amor guie nossos passos,
Pois ele é a mais pura e sincera declaração,
De que juntos construiremos um eterno abraço.
Sofrido das Chagas
Sem comentários:
Enviar um comentário